El Nido, Palawan: O melhor snorkeling, o melhor almoço numa praia e a foto favorita

By Rita Varandas - sexta-feira, maio 13, 2016

Gostei bastante mais da tour pelas ilhas que rodeiam El Nido em comparação com Coron porque o snorkeling é substancialmente melhor. Há uma maior quantidade de corais e de espécies de peixes.

Snorkeling, para mim, é daquelas atividades que envolve sempre um misto de espanto e receio. Quando temos a cabçea fora de água, sem os óculos, o mar parece imenso e assusta, mas quando colocamos os óculos e olhamos para a vida que se agita no entre os corais, o coração acalma, a respiração torna-se mais pacífica e tudo parece em sintonia. Adorava ter fotos do que descrevo, mas só registei em memória :) 

No entanto, para compensar, o Sérgio tirou-me uma fotografia maravilhosa (na minha opinião), só falta corrigir uns pormenores, mas que aqui, longe, fica difícil. 



Outra coisa que me impressionou foi a idade tão jovem do nosso capitão - se assim o podemos chamar - e do seu ajudante. Com 19 e 17 anos, eles navegam um barco pelas águas de El Nido com turistas a bordo. Fazem isto todos os dias, mesmo na época das Monções. Dizem que nestes dias, a altura das ondas tapa a visão das ilhas, que medo!
O barco não é deles, é de uma empresa, porque falavam sempre no patrão, mas houve uma coisa que nos prendeu logo a atenção: o cuidado que tinham com a embarcação. Enquanto faziamos snorkeling, limpavam o barco por dentro e por fora. 


A logística é impressionante com recursos que parecem tão parcos. Só para terem ideia, este foi o almoço com que nos presentearam, numa ilha isolada e com mantimentos trazidos de El Nido: peixe grelhado, lulas, arroz (sempre), fruta fresca, salada e uma molhos deliciosos para acompanhar. 




Apesar dos constantes convites para se juntarem à mesa connosco, comem sempre separados de nós. 



Nós optámos pela tour B porque incluía cavernas e praias, cinco no total. Partimos às 9 horas e chegámos às 18 horas porque pedimos para ver o pôr-do-sol numa ilha e os nossos cozinheiros, capitães e marinheiros acederam ao pedido. Criou-se uma relação gira com eles. 
Aconselho sempre as tours privadas porque há uma maior liberdade para gerir o tempo que se permanece em cada ilha e porque saltamos as odes de turistas. Na verdade, esbarramos com eles nas ilhas mas pelo menos não partilham o mesmo barco :)






No dia seguinte, mais uma jornada de transportes para chegar, primeiro a Cebu e daí apanhar o ferry para a ilha de Bohol.

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